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José Américo em trânsito

Publicação 24/05/2023 17:22, Atualização 19/05/2026 16:26

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Com uma visão panorâmica e num espaço de apenas 140 metros quadrados, o público poderá conferir a panorâmica da exposição "José Américo em trânsito", integrando relíquias e aspectos da vida e obra do patrono da Fundação Casa de José Américo. A mostra está instalada no hall da instituição (Av. Cabo Branco, 3336).

A exposição estará aberta no local, enquanto acontecer as obras de restauração do Museu Casa, além de revitalização do jardim e pomar, com previsão de conclusão em seis meses. O visitante, ao adentrar o ambiente, é recepcionado por uma escultura do tamanho real de José Américo (1,67), com o fardão da Academia Brasileira de Letras, produzida pelo artista plástico Álvaro Neves, em papel machê, resina e outros materiais. Tem as cadeiras do terraço, onde ele recebia amigos, intelectuais, políticos e jornalistas.

A escrivaninha expõe a máquina de datilografia da época e o troféu Juca Pato, enquanto o espaço reservado ao dormitório, que além das camas, exibe a rede, onde José Américo repousava e lia, bem como os chinelos. Ainda na exposição, se pode conferir expositores com diversas obras, bem como objetos, retirados da exposição museal, com as peças mais representativas do acervo, cuja montagem apresenta uma visão geral da vida de José Américo.

No local, o visitante dispõe da oportunidade de adquirir livros de José Américo de Almeida e alguns escritores paraibanos. Horário de visitação: de segunda a domingo, das 9h às 16h.

José Américo - síntese biográfica

José Américo de Almeida nasceu em Areia (PB), no dia 10 de janeiro de 1887. Destacou-se na Literatura Brasileira como autor de A Bagaceira, obra-prima do romance regionalista moderno.
Sua obra literária é composta de dezessete títulos, além de ensaios, crônicas, memórias e poesias.

Ele é imortal da Academia Brasileira de Letras e da Academia Paraibana de Letras. Como político, destacou-se no cenário nacional, ao ocupar importantes cargos.

Foi deputado, senador, ministro e governador da Paraíba. Faleceu no dia 10 de março de 1980. Após sua morte, a casa onde viveu os seus últimos anos, transformou-se na Fundação Casa de José Américo.

E o melhor, situada na fonte de inspiração do escritor, curtindo a brisa, entre o mar e a mata atlântica, na bucólica praia do Cabo Branco, conectada com o ponto mais oriental das Américas e onde o sol nasce primeiro. Enfim, paraíso puro. Vale a pena conferir!!

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